A miséria tem várias formas, mas duas me chamam a atenção. Uma delas a miséria afetiva, pois nem todo dinheiro do mundo compra um abraço, uma presença ou uma risada. A segunda é a miséria material, aquela onde falta de tudo e mais um pouco e ficamos imaginando como uma realidade destas pode ser tão dura e suportável. O melhor das duas é que elas não tem relação direta, pois nem sempre em casa pobre falta carinho, como nem sempre em casa rica existe afeto. O meio do caminho me parece o melhor dos mundos. Eu chamaria este ponto do ponto ótimo de equilíbrio, felicidade.
Engenheiro Agrônomo (UFPR, 1999), mestre pela UFU (2009), com MBA pela FGV. Sócio da Monitoragora, atua como consultor e cientista de dados no manejo de pragas e doenças do café. Perito da justiça (TJMG) em avaliações de imóveis rurais, pela ABNT NBR 14653-3, e em questões ambientais. Docente do ensino superior em Estatística Experimental, Cafeicultura e Administração do Agronegócio. Atuou na Bunge e Mosaic em desenvolvimento de produtos e licenciamento ambiental.
terça-feira, 24 de novembro de 2015
sexta-feira, 20 de novembro de 2015
O que sou de fato
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Sou de fato tudo o que faço, como reajo as situações e me comporto. Contudo, ainda há quem não me conheça por opinião de terceiros. Então existe um descolamento entre o que eu sou de fato e o que as pessoas pensam de mim. Ter a sensibilidade de saber que ser é muito diferente do que as pessoas interpretam de você pode dar uma noção muito grande sobre a fantasia do que é o interpretado e o que é de fato. Assim, uma coisa é reputação a outra é a realidade. Vemos isto sendo utilizados em muitas profissões, de muitas formas, mas em uma delas isto é ferramenta fundamental: na política.
segunda-feira, 16 de novembro de 2015
Obediência e discordância
Todo mundo tem o direito de discordar do que é regra, mas apenas depois da discussão, seja ela como for, no local que for, e só depois de comum acordo e com a alteração, é que devemos descumpri-las de forma diferente. Isto posto, fica mais fácil entender que uma coisa é você não concordar com algo. Outra é se opor com vistas à sua boa intenção em descumprir uma regra. Então, não seja interpretado como um revolucionário que não aceita as regras; cumpra as regras e faça as críticas nos locais corretos. Desta forma você pode empurrar as mudanças para onde acredita sem destruir a ordem atual. Ou então poderá ser desobedecido e não conseguirá colocar ordem pelo mesmo comportamento que confunde obediência e discordância.
quinta-feira, 12 de novembro de 2015
Plágio nunca mais
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Sem comentários! Plagio é mito feio e não tem o que dizer. O que é plágio? É aquele recurso de recortar e colar que as pessoas utilizam na internert. Alguém pega o material disponível na internet, o recorta e cola. Raciocina, você faz alguma coisa, qualquer coisa, vem alguém pega e diz que é dele. Como é que você se sentiria no lugar do autor? Lógico que o autor vai adorar o fato de ter seu material consultado. Mas apresentar a ideias como se fossem suas aí vai uma grande diferença. Como fazer? Cite o autor e a data, reescreva com seu ponto de vista, pronto, agora apresente as ideia e siga. Por favor, plágio nunca mais.
sexta-feira, 6 de novembro de 2015
Miséria e acesso
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Entre muitos professores tive um, que sendo de origem humilde, pobre mesmo, chegou a doutor e se tornou um professor. Entre muitas informações técnicas que pude aprender com ele uma não técnica me marcou. Ele colocou a mão no meu ombro e disse: a pior miséria é a do acesso. O acesso fornece condições a quem quer que seja evoluir por si mesmo, mas quando não se tem acesso, até mesmo o maior esforço parecerá pouco ao que se poderia com acesso. Então não é apenas informando que se pode contribuir para evolução, mas, principalmente, dando acesso. Toda vez que se perde a possibilidade de acesso se perde uma chance de evoluir. A soma das perdas, quando muitas, nos leva a miséria.
segunda-feira, 2 de novembro de 2015
Dados burros
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Outro dia me dei contra de como os dados são burros. Os dados e informações que levantamos tem uma importância relativa, pois eles por si só não dizem nada, absolutamente nada. Imagina um banco de dados de qualquer natureza, o ele lhe diz? Nada. É a nossa capacidade de lidar com a informação e nossa cognição que fará de algo inerte algo inteligível. Pois não há informação nos dados, apenas representações que serão através de nossa inteligência interpretadas para finalmente serem julgadas e analisadas. Então, quando alguém disser que já tem as informações, primeiro certifique-se se ela não está apenas de posse dos dados.
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