segunda-feira, 20 de abril de 2015

As melhores pessoas para prática de uma ideia

Todo mundo já teve uma grande ideia e acaba esbarrando na execução da tal ideia. Então o problema não é a ideia, mas as parcerias para execução das ideias.  É neste ponto que começamos a enxergar o valor das pessoas certas para os lugares certos.  Sem este tipo de experiência fica complicado entender o valor das pessoas; valor relativo das pessoas e o valor real de um grande grupo de pessoas. Quando colocamos as pessoas em uma visão simplista de execução temos uma grande chance de não conseguirmos colocar as ideias em pratica. Até por que nossos braços são curtos para fazer o que pede uma grande ideia. Então ter as pessoas certas para executar é tão importante quanto a própria ideia. Essa é a  grande diferença entre o sucesso ou não de uma ideia executada. Educação é a base de qualquer grande ideia. Estude.

sábado, 18 de abril de 2015

Se livre do mau chefe

Empresas  são feitas de pessoas, pessoas se tornam "chefes". "Chefes" podem ser bons ou ruins. Podem e tem valores pessoais particulares. É  a soma destes valores que formam a cultura da empresa. Agora você tem que identificar onde está e que tipo de "chefe" tem. Se for um mau "chefe" será perda de tempo continuar onde está. Se for bom sentirá que existe futuro. Quando se tornar um "chefe", dê futuro para ter um. Então dois caminhos são possíveis, o de se livrar do mau "chefe" e o de se livrar de ser um deles.

sexta-feira, 17 de abril de 2015

Agradecimento a resposta dos alunos


Hoje eu gostaria de agradecer e dividir os resultados que tenho observado. Vou traduzir aqui o tamanho do retorno que vocês, alunos, me deram.

Abaixo horas de aulas assistidas no meu canal do youtube.

Provas com início em 09/04 e término dia 15/04, intervalo de 8 dias.

Dia 06/04 foram 5 horas e 26 minutos;
Dia 07/04 foram 5 horas e 17 minutos;
Dia 08/04 foram 09 horas e 14 minutos;
Dia 09/04 foram 15 horas e 51 minutos;
Dia 10/04 foram 12 horas e 46 minutos;
Dia 11/04 foram 04 horas e 33 minutos; (Sábado)
Dia 12/04 foram 13 horas e 30 minutos; (Domingo)
Dia 13/04 foram 11 horas e 34 minutos;
Dia 14/04 foram 05 horas e 35 minutos.

Totalizando 83 horas e 46 minutos, em 8 dias.

Com esta certeza, segue meu compromisso com todos alunos que dividem uma sala comigo.

Muito obrigado.

quinta-feira, 16 de abril de 2015

Profissional anacrônico

É espantoso como ainda existe quem se guie pelo passado. Deixe me explicar. Alunos olham para o futuro com vistas a vantagens e valores do passado. Não há mais espaço para estacionamento diferenciado, salas com mesa de reuniões, secretária particular, entre outros. Enfim, não é possível ser um profissional moderno e antenado olhando para o passado. Comece a entender o que é esperado para o futuro. Deixe o passado para traz e construa o mundo profissional com vistas no futuro. Não pare no tempo.

segunda-feira, 13 de abril de 2015

A espada e a escrita

Ainda há quem acredite que a força é o melhor caminho. Mas para toda espada há uma história, e para histórias há de existir um escrita. O feito acaba, mas a ideia perdura, portanto ideias são mais fortes como agentes de mudanças que a força. Pensando sobre isto vejo muitos alunos preocupados com a execução de um trabalho e por vezes pouco preocupados com o registro do fato. Hora, vamos e venhamos, o registro do fato é que o que vai dar condição de alguém descobrir o que você fez, ainda mais em um mundo onde milhões de coisas estão acontecendo ao mesmo tempo. Então precisamos entender de uma vez por todas que escrever e seguir as normas cultas da língua não é besteira, é a forma mais efetiva de gerar efeito concreto, tanto de ideias como de execução. Comece a escrever e registrar o que faz e pare de fazer força para que alguém registre o que você fez. E se não fizer, alguém o escreverá por você.

Não perca de Você mesmo

Em época de provas alunos vivem reclamando que sabiam, mas que na hora da prova algo aconteceu. Alguns sabem que foi problema interno, outros desconhecem o tamanho do problema interno. O que é o problema interno? É aquele do qual você não vai escapar: você mesmo. Não adianta saber tudo e na hora H perder para você mesmo. O nervosismo, a insegurança e até mesmo a arrogância derruba o aluno na hora da prova. Ficar nervoso é normal, mas atrapalha na hora de raciocinar, sangue frio é necessário e tem origem nos estudo que nos torna seguros a respeito do que fazer e quando fazer. A arrogância é outro problema, alunos que já sabem tudo. Estes quando se deparam com um problema sem solução ficam ainda mais nervosos que outros ou acabam fazendo errado pensando que estão corretos. Então fica a dica, nem tanto ao mar, nem tanto a terra. Estude e construa a segurança necessária para acertando ou errando ter feito o melhor possível para não perder de si mesmo.

sexta-feira, 10 de abril de 2015

Organizado ou bagunçado

Lógico que organização é fundamental para tudo, mas há quem faça da organização algo tão primordial que não sobra tempo para mais nada, por exemplo fazer o que é importante. Há quem seja tão bagunçado que não tem condição de fazer mais nada que não seja pensar em organizar as coisas, pois a bagunça já está em tal ponto que afeta qualquer intensão de realizar as coisas. Enfim, nem tão organizado que só se faz isto, nem tão bagunçado que não se consegue fazer nada. Vai ver por isso que quando colocamos uma pessoa bagunçada com uma organizada, lógico, respeitando as devidas proporções e habilidades necessárias, a chance da dupla dar certo é muito grande. Já vi dois organizados brigando para saber onde vai ficar o que, assim como dois bagunçados procurando as coisas ao invés de trabalhar. Organização e bagunça são dois lados da mesma moeda, pois não há trabalho que não bagunce, nem organização que não resolva.

quarta-feira, 8 de abril de 2015

A matemática, a música e a interpretação

A música, já escrevi sobre isto em outro post, tem suas formas gráficas, mas o interessante é que dependendo de quem lê e toca, a música é muito diferente. Maestros diferentes regendo a mesma música podem dar a impressão de músicas completamente diferentes. A matemática e suas formas são como a música, precisam ser primeiro entendidas, depois interpretadas. Adivinha. Interpretações diferentes da matemática nos dão impressão diferentes das coisas. Há quem, em mesma condição financeira, prospere no meio da situação, há quem retroceda. Qual a diferença entre os dois; a interpretação dos números. É o que poderíamos chamar a dança dos números. Não há como entender de dinheiro sem dominar a matemática, melhor é prosperar com ele. Mas para isto você terá que ir além e interpretar os números para saber qual o próximo passo da dança. Então pare de saber das coisas e comece a interpretar as representações, sejam elas notas musicais, números ou idéias.

terça-feira, 7 de abril de 2015

Sem querer, uma homenagem

Outro ano fui convidado para o amigo secreto entre alunos. Por algum motivo não pude estar presente. Como se tratava de um presente simples, quem não comparecesse teria seu presente dado a outro, já que o combinado permitia isto. Enfim, perdi o amigo secreto. E foi aí que eu ganhei um dos melhores momentos entre os alunos. Para minha surpresa os alunos se recusaram a aceitar minha ausência e seguiram com a brincadeira como se eu estivesse presente. Até hoje não sei se houve ou não faltas e se alguém ganhou o presente de alguém. Só sei que a turma fez questão de me chamar outra hora para me dar o presente e alguém se prontificou a ficar sem presente que eu deveria ter comprado. Como o ato de me dar o presente foi feito durante o início de uma aula de outro professor, fui muito breve, peguei o presente e me retirei. Quando cheguei em casa comecei a me dar conta do que tinha ocorrido. Eu havia sido homenageado e nem me toquei. Ao prestar atenção no presente comecei a ver o significado em tudo. Era uma caneta com meu nome estampado nela. Sabe lá o que é ganhar uma caneta gravada com seu nome de uma turma? Esta turma me ensinou a não ter pressa ao receber o mais simples gesto seja de quem for. Lá pode estar algo raro em forma de atitude. A esta turma digo de peito aberto: obrigado. Não me lembro de ter dado uma caneta com nome gravado para meu melhor professor. Sem querer recebi um dos momentos mais raros da profissão, o reconhecimento através da ferramenta mais importante da profissão, a caneta com meu nome. E para sua curiosidade, sim, comprei um belo presente para o meu amigo que se deu bem neste caso em nome da turma.

A melhor hora das coisas

Outro dia um colega de profissão se fez sábio. Disse esta pessoa: não há tempo para o estudo, mas existe o melhor momento para realiza-lo. Fiquei pensando nesta frase e resolvi dividir. Acredito que estudar é algo para a vida, mas com certeza é mais fácil fazer isto quando temos menos responsabilidades sobre nós, como família, casa, carro, manutenção do emprego, entre outras. Mas isto não nos impede de faze-lo em outras horas e é por isto que temos muito respeito por todos os alunos que o fazem acontecer além de tudo. Perder o melhor momento não significa impedimento, apenas uma dificuldade a ser contornada. Eu fico admirado de ver com a vontade supera esta dificuldade.

domingo, 5 de abril de 2015

Esqueça o padrão, desenvolva e seu

Chegamos no limite da obtenção de resultados pela imitação. O aluno ao invés de procurar uma solução criativa parece procurar o modelo a ser seguido. E existe quem publique os modelos de maior sucesso. Penso que isto é um grande engano, alunos deveriam estudar para aprender e compreender as bases do seu interesse para ai sim, sobre o seu saber, desenvolver seus resultados. Ou seja, não há caminho curto. Imitar não fará de você melhor apenas mais um seguidor e não um desenvolvedor. 

sábado, 4 de abril de 2015

Afinal, porque estudar?

Será que isso ainda é uma pergunta difícil? Será que vamos demorar a entender isto? Essa pergunta tem resposta? Na minha opinião estudamos porque queremos ser melhores. Melhores em tudo, como diz a canção. E por que nos tornamos melhores somos mais felizes, mais capazes e melhor remunerado. Estudar nos dá a consciência que nem tudo é dinheiro, nem dinheiro traz conhecimento. Para estudar basta querer, e querer é pessoal.

Colar pode, o que não pode é palhaçada

Colar pode, sempre pode e nunca coube ao professor impedir isso. Cabe ao professor punir isto. Não é possível tratar quem cola como os que não colam. O que se espera de quem cola é que saiba que será punido de acordo. Colar é o ultimo recurso do aluno. O último recurso do professor é um zero a este aluno. Alunos não descutem se vao ou não colar com professor, então o professor não tem que discutir com o aluno se vai dar zero ou não. As regras para uma prova é clara, qualquer outra é palhaçada.

terça-feira, 31 de março de 2015

Não trabalhe por reconhecimento, isto não existe.

Trabalho é quase que tudo na nossa vida, e se não prestar atenção, vai ser tudo mesmo. Se você já tem um problema para resolver e só trabalha, tem na verdade dois problemas. Trabalhar é fundamento de nossa passagem por esta vida, mas eu gostaria de dizer que a vida tem mostrado que toda vez que eu coloquei o trabalho na frente de tudo, não valeu a pena. Trabalho é meio e não fim. É aquela velha máxima: se vive para trabalhar ou se trabalha para viver? Então vai uma opinião. Quando for se matar, faça isto pelos motivos certos, os seus, e nunca os de outros ou de uma empresa. Feliz será o que conseguir alinhar os diferentes interesses. Com certeza a isso chamamos de satisfação e sucesso pessoal. Não se esqueça, sempre pelos motivos certos, nunca por reconhecimento.

segunda-feira, 30 de março de 2015

Mudanças possíveis

Tenho visto muitos alunos muito desmotivados com seu próprio desempenho. Deixe-me ser mais claro, são alunos que esperam resultados rápidos, muito rápidos. Não se deixe enganar, resultados são frutos de mudanças. Mudanças na forma e na interpretação, mudança de um mapa mental utilizado. E isso leva tempo. Pode até ser que alguns alunos alcancem sucesso com curto prazo, mas é no longo prazo que você deve estar interessado, pois é através do longo prazo que se fazem mudanças possíveis. É no longo prazo que passamos de crianças a adultos, de estudantes a profissionais. Não confunda sua idade com a sua meta possível.. Faça mudanças possíveis. Plante agora, espere e colha no futuro algo muito melhor do que apenas uma resposta solicitada em uma folha de papel. Mas faça as mudanças possíveis e deixe as impossíveis para quem delira.

Do fundão e do gargarejo, uma ideia e muitas perguntas.

Este é um pensamento que me ocorreu na faculdade e que por um motivo ou por outro me deixou tão curioso que nunca mais esqueci. Não sei como, nem por que, um dia olhando para a sala de aula comecei a imaginar como os alunos interpretavam o mundo. E pensei o seguinte: será que os alunos do fundo enxergam o conhecimento através da vida social, já que todos a sua frente lhes guiam sobre o que ocorre, acontece. Será que o pessoal da frente, gargarejo, enxergam o mundo através do conhecimento, já que não tem ninguém a sua frente para lhes guiar. Será que há um degradê entre fundão e frente sobre a luz de minha elucubração. Esta talvez tenha sido minha primeira tentativa inócua de classificação social a luz de uma hipótese. Será que a posição do aluno em sala afeta a sua visão do mundo? E você? Nunca tentou relativizar algo? O que? Onde eu sentava? Adivinha.

sexta-feira, 27 de março de 2015

Controle e poder

Ter controle sobre o que ocorre é a maior forma de poder que existe. Controlar seja lá o que for é muito importante, nos dá consciência do que está ocorrendo e para onde estamos indo. Mas há um grande prolema nisso. É a forma como o controle é utilizado. Controlar pode dar a falsa impressão de poder a quem tem controle. Minha opinião é que controle te fornece a chance de ser maior e não de parecer melhor. Ser maior é utilizar o controle para dividir a informação e fazer do grupo, situação ou resultados se desenvolverem a favor do mesmo. Quem senta em cima do poder da informação nunca será um líder, é prisioneiro da informação. Já que ela é a única coisa que mantem tal pessoa no poder. Vai ver por isso que pessoas quando dividem a informação deixam de ter poder e passam a ser importantes. E vamos combinar, ser importante é muito mais do que ser poderoso. Por que poder acaba, mas a importância fica registrada na história das pessoas.

quinta-feira, 26 de março de 2015

Menos é mais

Como professor tenho que admitir que turmas grandes nos cobram mais profissionalismo do que pessoalidade. Trabalhar com turmas pequenas é o sonho de todo professor, pois temos a oportunidade de suprir deficiências outras que em turmas grandes não podemos. Turmas grandes nos fazem distantes, pequenas nos dão intimidade. Turmas pequenas geralmente se tornam amistosos com qualquer tipo de professor, dão a oportunidade de proximidade. Turmas grandes não nos dão esta possibilidade. Por conta disso acredito que professores, escolas e instituições de ensino deveriam ter valores diferenciados. É a velha máxima do queijo suíço: menos é mais.

terça-feira, 24 de março de 2015

A grama da faculdade ao lado é sempre mais verde

É sempre assim, quando não temos e queremos, quando temos existe algo melhor. E se não for melhor nossas fantasias o farão de algo similar melhor. Alunos sempre me procuram para falar da outra instituição. Nunca foram lá, nunca participaram destas, mas acreditam mesmo que são muito melhores. Será? Minha experiência me mostra que melhor mesmo é falar bem do que se tem. Não é faltar com a verdade, mas olhar para o que existe de bom. Na UNIARAXÁ nunca tive que dar aulas de giz, nunca tive que levar meu computador para a sala, pois lá existe um a serviço da turma; sempre tive apoio irrestrito para utilização de programas e equipamentos que em outras instituições que tive o prazer de dar aulas nunca tiveram e ainda lutam por ter algo parecido; tenho possibilidades de parcerias com empresas que levaram alunos a congressos e eventos 100% pagos. O que seria impossível em outros tipos de instituição. Mas o aluno continua vendo a grama mais verde do outro lado do muro. Gostaria de dizer que o que faz a grama verde em outro lugar é a sua visão e interpretação, a mesma que deveria fazer a grama brilhar abaixo de seus pés.

segunda-feira, 23 de março de 2015

Mais preocupados com os outros que com você mesmo

Quando falamos de educação e boas atitudes, de moral e costumes, estamos sempre mais preocupados com os outros do que com nós mesmos. Vejo todo dia gente dizendo que isso e aquilo é um absurdo, mas na hora de fazer o correto não é capaz de se enxergar. Não entende que são suas atitudes que dominam o grupo e o meio onde vivem e ficam se perguntando por que as coisas não mudam. Ainda tem os que acreditam que vão conseguir terceirizar a responsabilidade, ou seja, que haverá um juiz ou uma polícia capaz de fazer o que não fizeram. Quer fazer a diferença, então comece com suas atitudes, depois, se conseguir, o que acredito já é um grande trabalho, comece a cobrar os outros. É desta forma que em alguns lugares do mundo a polícia perde para a educação.